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Fotos – Conheça o SpaceFox – Linha Sportline com motor 1.6

Interior oferece espaço e conforto aos ocupantes. Painel é o mesmo do Passat CC.

O motor é o conhecido 1.6 flex, que gera 101/104 cv (gasolina e etanol) de potência a 5.250 rpm e torque de 15,4/15,6 kgfm (gasolina e etanol) a 2.500 rpm

A configuração top Sportline vem completa de fábrica. Como opcional, a versão ainda pode receber revestimento em couro, rádio/CD/MP3 com entradas USB e SD card, volante multifuncional e Bluetooth e sensores de obstáculos traseiros, além do assento traseiro corrediço

Modelo tem um rodar macio. Calibragem da suspensão privilegia o conforto, em detrimento a um comportamento dinâmico “esperto”.

Traseira ganhou lanternas com cortes mais definidos. Espaço para as luzes tem aspecto quadrado, em contraponto ao modelo antigo, no qual predominavam círculos na lanterna

Renovada, SpaceFox não perdeu o apelo familiar. porta-malas tem capacidade de 430 e 527 litros, de acordo com a posição do banco traseiro corrediço, e de 2.800 litros com os bancos traseiros rebatidos

Perua tem perfil de monovolume e foco na praticidade de uso

A renovação tardia custou uma boa fatia de mercado à perua. O espaço, porém, vem sendo recuperado aos poucos.

O modelo inicia-se nos R$ 48.790. Completa, com todos os opcionais da versão Sportline I-Motion, bate nos R$ 59.450

Reestilizada, VW SpaceFox ganhou frente igual à do Fox. Esta, por sua vez, é inspirada no Polo europeu.

Conheça o VW CrossFox

VW CrossFox

VW CrossFox

Novidades do Novo VW CrossFox

O VW CrossFox Vendido a R$ 46,09 mil,  traz um bom conteúdo por seu valor básico. Retrovisores, travas e vidros elétricos, computador de bordo, volante com regulagem de altura e distância, direção hidráulica e banco traseiro deslizante não são de se jogar fora, mas um carro neste valor deveria incluir o ar-condicionado e as rodas de liga-leve de serie, para não falar de ABS e airbags duplos, equipamentos de segurança que, na Europa, são obrigatórios. E custam bem menos. Aliás, os carros lá custam bem menos, e não só por causa de imposto…

O CrossFox vai além de ser um carro inovador, que combina excelente dirigibilidade e tecnologia com o visual imponente e arrojado de um utilitário esportivo. Internamente, possui a praticidade e a versatilidade já conhecidas da família Fox. Quanto à mecânica, possui o DNA Volkswagen da melhor engenharia e tecnologia alemã, o que é sinônimo de qualidade e resistência. O CrossFox é o utilitário esportivo compacto perfeito para a vida de quem tem espírito de aventura.

Novidades
O modelo de personalidade marcante da Volkswagen, assim como toda a linha Fox, também passa a oferecer o indicador de manutenção no painel de instrumentos. A estética interna do CrossFox passou por uma atualização na linha 2010.

O que  faz falta ao CrossFox  é a opção de câmbio manual automatizado, chamado pela Volkswagen de I-Motion. Especialmente considerando que o Fox é o modelo nacional que melhor utiliza esse recurso, com trocas de marcha extremamente suaves, em nível bem melhor que o oferecido pela concorrência e até pelo VW Gol. Como os volumes de venda do CrossFox são baixos, talvez a marca alemã não tenha achado que valia a pena desenvolver o dispositivo para seu modelo aventureiro. Mas vale, já que esse é um item de conforto que compradores de carros nessa faixa de preço provavelmente gostariam de adquirir.

Um dos defeitos do CrossFox é que o estepe na traseira  impede que o porta-malas do carro possa ser aberto em espaços pequenos. Quem estaciona o veículo de ré tem de deixar pelo menos meio metro de distância da parede para conseguir abrir o compartimento de carga. Ou isso ou ele retira as compras rebatendo o banco traseiro. Para piorar, o estepe do lado de fora do carro até pode ser uma bossa bacana, para os apreciadores do visual fora-de-estrada, mas quem mais gosta disso são os ladrões, que têm um pneu de aro 15” e uma roda (às vezes de liga-leve) ao alcance das mãos. Mesmo com a tranca especial, que é driblável, como qualquer tranca. A questão é: para que provocar a cobiça alheia quando o estepe caberia perfeitamente dentro do carro?

Falando em rebatimento dos bancos, o do CrossFox está bem mais seguro do que o polêmico sistema que acabou decepando os dedos de alguns consumidores. Mesmo assim, a VW não se furtou a colar um aviso na parte traseira do encosto do banco, em português, inglês, espanhol e francês, pedindo que ninguém rebata o banco sem antes ler o manual de instruções. Seguro morreu de velho, como diriam os antigos (e sábios).

Ao volante

Como não poderia deixar de ser, o CrossFox é idêntico ao Fox no interior a não ser por alguns detalhes de acabamento, o que é bom. O Fox tem um padrão de acabamento que deixa a maior parte de seus concorrentes comendo poeira, especialmente o Chevrolet Agile, ainda novo de mercado.

Encontrar a melhor posição de dirigir, algo fundamental para uma direção mais segura e confortável, é fácil no “off-road light” da VW. Ele traz, como já dissemos, regulagem do volante em altura e distância, banco do motorista com regulagem de altura e cintos com altura ajustável. A posição de dirigir, alta, há de agradar às mulheres, mas não é das melhores para quem gosta de fazer curvas um pouco mais rápido.

Equipado como o avaliamos, ou seja, com toca-CD com MP3 e Bluetooth (R$ 1.000), ar-condicionado (R$ 3.841), ABS e airbag (R$ 2.850), sensores de chuva e de luminosidade (R$ 985), volante multifuncional (R$ 286), banco traseiro bipartido (R$ 403) e sensor de estacionamento (R$ 684), ele sairia por R$ 56.139, pouco mais de R$ 10 mil a mais do que seu preço original. Podia ser pior: se trouxesse teto solar (R$ 2.032), pintura Laranja Atacama ou Amarelo Ímola (R$ 1.701) e couro (R$ 3.448), ele custaria absurdos R$ 63,32 mil. Com esse dinheiro, dá para comprar um bom utilitário usado. Com tração nas quatro rodas, mesmo.

Em termos dinâmicos, a maior altura em relação ao solo torna o CrossFox menos divertido de acelerar do que o Fox, mas nada que o prejudique ou passe a sensação de instabilidade, pelo contrário. O CrossFox, na estrada, se mostrou um bom companheiro, ganhando velocidade de modo fácil e ágil. A suspensão, apesar de alta, é firme.

Em pisos esburacados ou muito ondulados, ou seja, quase todos os que temos no Brasil, o CrossFox mostrou valentia. Dá confiança enfrentar lombadas e valetas com ele, fator que não deveria justificar um preço tão mais alto que o cobrado pelo modelo “paisano” do Fox. Em todo caso, se tem quem aceite pagar o preço, sempre haverá quem queira cobrá-lo.