Arquivo mensais:abril 2010

Financiamentos de Veículos – Banco ou Concessionária?

Quem quer comprar um veículo por meio de financiamento, deve ficar atento a detalhes como as taxas de juros, prazo e outros encargos colocados no papel e que não devem ser vistos de maneira isolada. Ao contrário, na hora da pesquisa dos custos, o Custo Efetivo Total (CET) tem que ser comparado.

O órgão de defesa do consumidor constatou que, para financiamentos via Crédito Direto ao Consumidor (CDC), de um carro de R$ 25 mil a ser pago em 24 vezes com 40% de entrada, o CET variou entre 23% e 42% nas concessionárias. Por outro lado, nos bancos, o CET também para CDC de um carro de R$ 27 mil a ser pago nas mesmas condições variou entre 19% e 39%. Diante de tanta diferença, o órgão de defesa aconselha o consumidor a pesquisar opções de financiamento tanto nos bancos como nas concessionárias. Até porque, com mais opções de simulações, dá para ter um poder maior de barganha.

Fique atento à taxa de juros. De maneira geral, o “juro zero” dá a impressão de custo zero na hora de comprar o veículo. Mas, não é bem assim. De acordo com o levantamento da Pro Teste, os veículos vendidos com juro zero são os mais caros e a condição só vale se o consumidor der 50% do valor de entrada, parcelando o restante em, no máximo, 24 vezes.

Até para quem vai comprar um usado o conselho é ter calma. Em seu levantamento, a Pro Teste constatou que os preços e condições mudam muito de concessionária para concessionária e de banco para banco. Por isso, a boa e velha pesquisa também vale nesse caso.

“Pesquise bastante as opções disponíveis e faça simulações com os bancos para ver qual a melhor opção de financiamento, caso não pague à vista”, aconselhou o órgão. Além disso, no caso dos usados, outros detalhes devem ser vistos para que o consumidor não acabe levando para casa um carro com problemas.

Dicas para trocar pneus com agilidade

Lista de dicas para trocar pneus do carro com agilidade

Imprima a lista abaixo com dicas para facilitar a troca dos pneus, tanto pelos homens quanto pelas mulheres. Basta apenas ter um pouco de jeito e não ter medo de sujar as mãos:

– Parar o veículo no acostamento;

– Colocar o triângulo luminoso a uns 20 metros do veículo e acionar o pisca-alerta do carro;

– Não esquecer de puxar o freio de estacionamento e calçar as rodas;

– Se o pneu furado for o do lado esquerdo, retirar o estepe e deixá-lo em pé, à sua direita. Dessa maneira ele também servirá de sinalização;

– Apoiar o macaco no assoalho do carro. Cada carro traz indicado na lataria o local em que o equipamento deve ser encaixado;

– Desapertar os parafusos das rodas, sem retirá-los;

– Suspender o veículo o suficiente para que as rodas sejam retiradas;

– Depois de retirar o pneu, colocar o estepe e os parafusos no local, apertando apenas com as mãos;

– Baixar o carro e, em seguida, apertar os parafusos com a chave apropriada. Como as roscas são autotravantes, elas não precisam de apertos exagerados;

– Lembrar de recolher o triângulo;

– Levar sempre no porta-malas lanterna, triângulo, chave de rodas e um pano para limpar as mãos.

Dicas de Manutenção – Saiba quando o carro precisa de revisão

Saiba quando o carro precisa de revisão

Excesso de oscilação da carroceria e chiados durante a frenagem podem ajudar o motorista a identificar onde está a origem dos problemas no veículo. Porém, nem tudo pode ser feito na garagem. Se o conserto precisar de maior conhecimento técnico ou ferramental específico, não hesite em consultar uma oficina. Verifique abaixo os itens que devem ser observados com maior freqüência no automóvel:

Freios – Ruídos durante a frenagem ou pedal sem firmeza podem indicar problemas. O primeiro ponto a observar é o nível do fluido de freio. Ele deve ser verificado todas as semanas e, se necessário, deverá ser completado com fluido da mesma marca. Verifique o estado das pastilhas a cada 10 mil km. As lonas e tambores devem ser trocadas entre 25 mil e 40 mil quilômetros. Se o veículo tiver mais de 35 mil km ou um ano de uso e a luz do painel acender, o fluido deve ser trocado.

Direção e suspensão -Se o carro “puxar” para um dos lados, calibre os pneus. Se a falha persistir, faça o alinhamento. Comportamento anormal em curvas, excesso de oscilação da carroceria e barulhos vindos das partes inferiores do carro podem ser sintomas de problemas com amortecedores, que devem ser substituídos a cada 40 mil km. Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem função.

Pneus – Calibre-os a cada duas semanas enquanto estiverem frios, sem se esquecer do estepe. Atente também para o desgaste da banda de rodagem. O momento ideal para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras TWI (limite internacional de segurança) impressas na lateral deles, são atingidas. Se o desgaste for irregular, pode evidenciar problema com a geometria da suspensão (alinhamento e cambagem).

Velas – Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas. Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. As mais recentes de platina precisam ser trocadas apenas a cada 60 mil quilômetros. Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas.

Dicas de Manutenção – Verificar nível de óleo do câmbio evita prejuízos

Verificar nível de óleo do câmbio evita prejuízos

Os descuidos do motorista com o câmbio têm efeitos colaterais muito fortes: os prejuízos causados pela danificação das delicadas peças da caixa de marchas. Geralmente, os custos destes componentes são bastante elevados. Para evitar dores-de-cabeça e um buraco no orçamento, basta ficar atento a hora certa de substituir o lubrificante do sistema de transmissão, além de trocar as marchas sem trancos e pisar no pedal de embreagem até o fim do curso durante as mudanças de marchas. Com o tempo de uso, as engrenagens da caixa de mudanças sofrem desgastes e o óleo perde a viscosidade e suas propriedades aditivas, deixando de cumprir a sua função lubrificante.

Por isso, o nível de óleo do câmbio precisa ser verificado numa oficina especializada aos 25 mil quilômetros. A troca completa do lubrificante deve ser realizada a cada 50 mil quilômetros, conforme recomendação do fabricante. Passar do prazo pode ocasionar o surgimento de ruídos e, em situações mais graves, a transmissão pode até quebrar. Já nos câmbios automáticos, a verificação do nível de óleo pode ser feita por meio de uma vareta, similar à usada para medir o nível de óleo do cárter. O compartimento está atrás do motor. Os manuais recomendam a checagem desse nível a cada 20 mil quilômetros. Mas recomenda-se uma freqüência maior, pois o sistema pode ter vazamentos imprevistos.

Velas – Dicas de Manutenção

Velas

– As velas também são importantes para o bom funcionamento do motor.
– Substitua as de cobre a cada 15 mil quilômetros e as de prata ou eletrodos múltiplos depois de 30 mil quilômetros. As mais recentes de platina precisam ser trocadas apenas a cada 60 mil quilômetros.
– Ao fazer essa substituição, verifique também os cabos de velas.
– Problemas de perda de potência, geralmente são ocasionados pelas velas, que devem estar sempre reguladas.

Suspensão do Carro – Dicas de Manutenção

Suspensão

– A suspensão também merece a sua atenção.
– Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 40 mil quilômetros.
– Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período.
– Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem função.

Sistema Elétrico – Dicas de Manutenção

Sistema Elétrico

– A parte elétrica do seu veículo é muito delicada. Cuidando do sistema, você não corre o risco de parar no trânsito.
– Fique atento na altura dos faróis alto e baixo. Mantenha-os sempre regulados.
– Confira se todas as luzes acendem, pois a falta de uma delas pode diminuir a sua segurança e resultar em multa.
– No caso de um fusível queimado, substitua-o por outro de mesma amperagem.

Rodas e Pneus – Dicas de Manutenção

Rodas e Pneus

– Elementos essenciais para a sua segurança e da família, os pneus e rodas do seu carro devem estar sempre em boas condições de uso.

– O tipo dos pneus que equipam o seu veículo devem obedecer à indicação que vem no manual do proprietário.

– A cada duas semanas, ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do carro e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe.

– O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas.

– O momento ideal para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras TWI impressas na lateral deles, são atingidas.

– Deve-se fazer o rodízio a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção.

– Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente.

– Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados.

– As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus.